segunda feira, 09 de Novembro de 2015
DESPERDÍCIO, ALTO CONSUMO E CUSTO ELEVADO.
As maiores instituições científicas italianas discutem com o mundo político-legislativo a escassez do bem em nível nacional e internacional com o propósito de planificar intervenções visando a salvaguarda do recurso. E não é para menos: a necessidade mínima para uma pessoa viver, estabelecida pelos organismo internacional, é de 50 litros por dia. Na Itália, como destaca o Maurizio Gubbiotti, responsável pelo Departamento Internacional da Legambiente, o consumo chega a 250.
O título de comparação, um africano da região do sub-saara consome menos de 20. Não que em países como o Brasil a realidade seja muito diferente em termos de desperdício. No entanto, outros dados servem de alerta para a situação italiana.
Uma pesquisa realizada sobre a situação da água na Itália no início da década, conduzida pelo economista Riccardo Petrella, e patrocionada pelo comitato italiano per il contratto mondiale dellácqua, descreveu, em 70 paginas de dados, um país caracterizado pelo desperdício. Em oito pontos, o estudo - a mesma constatação a que chegou o Osservatorio Salute - apontou situações preocupantes como o fato de que um terço dos italianos ainda não contarem com um acesso regular e suficiente de água potável.
No entanto, a itália apareceu no trabalho como um dos países da União Européia com o maior consumo de água per capita 78 metros cúbicos/ano por habitante. Em outro aspecto, a itália também é líder na comunidade: têm os lugares onde a água é a mais cara da Europa. Nápoles é a campeã, com 1,33 euros por metro cúbico, segundo divulgou no início deste ano a Associação dos Contribuintes Italianos. Outras cidades onde a água tem preço elevado: Palermo 1,27 euros, Bari 1,3 e Roma 1,19.
De outra parte, o estudo do economista também indicou que a degradação do patrimônio hídrico. Cerca de 30% dos habitantes que viviam em capitais não contavam com sistema de depuração/saneamento. Em média, cerca de 30% da água se perdia no transporte e na distribuição, além de um elevado desperdício na âmbito doméstico.
Um total de 40% dos italianos não bebiam água da torneira, ao mesmo tempo em que eram os primeiros consumidores de água mineral do mundo.
O título de comparação, um africano da região do sub-saara consome menos de 20. Não que em países como o Brasil a realidade seja muito diferente em termos de desperdício. No entanto, outros dados servem de alerta para a situação italiana.
Uma pesquisa realizada sobre a situação da água na Itália no início da década, conduzida pelo economista Riccardo Petrella, e patrocionada pelo comitato italiano per il contratto mondiale dellácqua, descreveu, em 70 paginas de dados, um país caracterizado pelo desperdício. Em oito pontos, o estudo - a mesma constatação a que chegou o Osservatorio Salute - apontou situações preocupantes como o fato de que um terço dos italianos ainda não contarem com um acesso regular e suficiente de água potável.
No entanto, a itália apareceu no trabalho como um dos países da União Européia com o maior consumo de água per capita 78 metros cúbicos/ano por habitante. Em outro aspecto, a itália também é líder na comunidade: têm os lugares onde a água é a mais cara da Europa. Nápoles é a campeã, com 1,33 euros por metro cúbico, segundo divulgou no início deste ano a Associação dos Contribuintes Italianos. Outras cidades onde a água tem preço elevado: Palermo 1,27 euros, Bari 1,3 e Roma 1,19.
De outra parte, o estudo do economista também indicou que a degradação do patrimônio hídrico. Cerca de 30% dos habitantes que viviam em capitais não contavam com sistema de depuração/saneamento. Em média, cerca de 30% da água se perdia no transporte e na distribuição, além de um elevado desperdício na âmbito doméstico.
Um total de 40% dos italianos não bebiam água da torneira, ao mesmo tempo em que eram os primeiros consumidores de água mineral do mundo.
FALTA DE ÁGUA PODE ATINGIR 80% DOS ITALIANOS
No mês de Janeiro foi publicado em estudo que modela os possiveis impactos das alterações climáticas sobre os recursos hídricos. Para um cenário de um aumento médio da temperatura global em 3,4ºC ate 2100, em relação ao período entre 1961-1990, os resultados mostram que a Itália, os períodos de défice hídrico atingir os 80%. Estes efeitos serão exarcebados por efeito do crescimento populacional e aumento do uso de água para a agricultura e industria esse tipo de atividade tem comprometido a qualidade da água. Crescentes secas, dificuldades de abastecimento público e prejuízos, a falta de chuva também contriui para a falta de água, económicos serão várias das suas consequências, com efeits mais severos para os segmentos populacionais mais desfavorecidos. Estes dados alertam-nos, mais uma vez, para a necessidade de ter uma gestão criteriosa da água e limitar as alterações climáticas com políticas ativas que obrigam e repensar o modelo de desenvolvimento económico que temos. Uma economia virada para o lucro e a competividade é incompatível com uma gestão ambiental criteriosa e a satisfaçao de necessidades básicas das populaçoes. A planificação pública com participação popular de que economia queremos é vital para proteger recursos naturais e garantir qualidade de vida sem discriminação social. Isto implica repensar como produzimos e consumimos energia, alimentos, habitação, transportes.
QUALIDADE DA ÁGUA
União Europeia (UE) abriu um processo contra a itália por permitir a contaminação da água por arsênio e flúor. A contaminação ocorreu, principalmente, na água de Lazio.
A Itália não respeitou a norma sobre a qualidade da água potával estipulada pela UE, que impõe a todos os países do grupo controlar e testar a água destinada ao consumo humano. O parâmetro da entidade pede a medição de 48 agentes microiológicos e químicos. A UE permite que, por preíodos determinados, esses níveis não sejam respeitados - seja por problemas técnicos ou químicos.
Porém, a Itália já superou esse tempo estipulado e não apresentou melhoras em 37 pontos de análise da água em Lazio.
Por isso, a entidade estuda medidas punitivas para o país. A comissão já enviou uma carta o processo contra o país pela contaminação da água.
Em algumas regiões do país a água é considerada "dura", A utilização da água dura, água que contém elevada quantidade de sais, pode trazer diversos problemas tanto para a saúde da população quanto para o uso industrial.
Os íons são provenientes de depósitos subterrâneos, como calcário ou dolomita que agregam à composiçao da água uma quantidade excessiva de cálcio e magnésio, na forma de bicarbonatas, nitratos, cloretos e sulfatos. Em menor importância, o zinco, estrôncio, ferro e alumínio também podem ser levados em conta na aferição da dureza.
fonte:www.minhasaga.com
No mapa acima, nas zonas mais escuras a água é considerada mais "dura", devido exatamente a quantidade de calcário que ela contém.
PRINCIPAIS RIOS ITÁLIANOS
O mais importante rio da Itália é o Rio Pó, com 643km de extensão, que nasce em Monviso e desemboca no Mar Adriático. Todos os rios da Itália assim como o Pó, são curtos, devido ao seu território "comprometido" e a posição geográfica das suas cadeias de montanhas.
O mais importante rio da Itália é o Rio Pó, com 643km de extensão, que nasce em Monviso e desemboca no Mar Adriático. Todos os rios da Itália assim como o Pó, são curtos, devido ao seu território "comprometido" e a posição geográfica das suas cadeias de montanhas.
A rocha calcária do fundo do leito do Rio Pó e também o derretimendo do gelo das montanhas, fazem as águas serem cristalinas, propiciando belas paisagens. Como o território italiano é estreito e comprido, os seus rios não poderiam ser longos em função da posição das cadeias de montanhas onde nascem, ou seja, são relativamente curtos. O Adige que nasce ao norte, perto do lago de Resia, é o segundo em extensão, com 408 km. O Brenta e o Piave nascem nos Alpes e desembocam no mar Adriático.
O volume de águas desses rios alcançam o máximo na primavera, quando as neves das montanhas se derretem.
Dos Apeninos, correm para o mar Adriático, o Savio e o Ruicão. Outros rios caudalosos são o Arno 241 Km, em cujas margens esta Florença e o Tibre 405 km, que banha Roma, turistas que percorrem o lugar se supreendem muitas das vezes com os leitos praticamente secos, pois suas águas são utilizadas, desviadas para sistemas de abastecimento de água das cidades e pequenos lagos na área rural, para utilização na agricultura.
Muitos lagos italianos, Principalmente próximos ao Alpes na Lombardia, na região norte, são grandes atrações turísticas, recebendo milhares de visitantes todos os anos, especialmente no verão.
Destacam-se os lagos Garda 370m², Maggiore 212m², Lugano, Iseo. No sul da Itália há lagos que ocupam crateras de vulcões extintos (Trasimeno, Bolsena, Vico e Bracciano). Esses lagos compõem belas paisagens, de forte atração turística.
O volume de águas desses rios alcançam o máximo na primavera, quando as neves das montanhas se derretem.
Dos Apeninos, correm para o mar Adriático, o Savio e o Ruicão. Outros rios caudalosos são o Arno 241 Km, em cujas margens esta Florença e o Tibre 405 km, que banha Roma, turistas que percorrem o lugar se supreendem muitas das vezes com os leitos praticamente secos, pois suas águas são utilizadas, desviadas para sistemas de abastecimento de água das cidades e pequenos lagos na área rural, para utilização na agricultura.
Muitos lagos italianos, Principalmente próximos ao Alpes na Lombardia, na região norte, são grandes atrações turísticas, recebendo milhares de visitantes todos os anos, especialmente no verão.
Destacam-se os lagos Garda 370m², Maggiore 212m², Lugano, Iseo. No sul da Itália há lagos que ocupam crateras de vulcões extintos (Trasimeno, Bolsena, Vico e Bracciano). Esses lagos compõem belas paisagens, de forte atração turística.
Na Itália a piscicultura representa aproximadamente 20% da produção de peixe e emprega diretamente 10000 pessoas . A piscicultura é conhecida por obedecer a norma rigorosa em termos de qualidade, sustentabilidade e proteção do consumidor.
A produção da UE tem-se mantido relativamente constante em termos de volume desde 2000, enquanto a produção mundial tem vindo a aumentar quase 7% por ano.
A comissão pretende promover a piscicultura através da reforma da política comum das pescas, tendo publicado orientações estratégicas em que define prioridades comuns e objetivos gerais para a EU. Em colaboração com todos os intervenientes relevantes, foram
* Reduzir os encargos administrativos
* Melhorar o acesso ao espaço e à água
* Reforçar a competitividade
* Tirar partido das vantagens competitivas decorrentes da aplicação de normas rigorosas em matéria de qualidade, saúde e ambiente.
As orientações servirão de base à colaboração entre a Comissão e os países da UE com o objetivo de ajudar a aumentar a produção e a competividade do setor. Os países da UE deverão elaborar planos plurianuais para promover a piscicultura. A comissão assegurará a coordenação e o intercâmbio de boas práticas.
AGRICULTURA
A Itália é o terceiro país da europa em área agricula, mas só obtém rendimento elevado em areas de solos férteis, climas brando, terrenos irrigados. O país é auto-suficiente em trigo, o cereal mais cultivado no país. Embora a maior área de trigais esteja na Silicia os principais produtos são Emilia-Romagna, Lombardia, Vêneto, Marche e Piemonte. O milho é cultivado no verão na planície padano-veneziana.
A Itália é o maior produtor europeu de arroz cultivado do Piemonte e oeste da Lombardia. No mezzogiorno cultivam-se oliveiras e citrícos. Há vinicolas são Monti del Chianti, na Toscana: Asti, no Piomonte, Orvieto na Úmbria, e Marsala.
A produção de carne e leite é insuficiente para o mercado interno, o que obriga o país a importar. A maior concentração de gato esta na planície setentrional.

Acadêmicos: Joice Alves, Hyago Gomes








